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OpenStreetMap – a Wikipedia dos mapas

O OpenStreetMap (OSM) é um projeto de mapeamento  colaborativo, um mapa livre e editável que nasceu na Inglaterra para ser uma fonte de dados alternativa a fontes oficiais com custos elevados.

Atualmente, com mais de 4 milhões de colaboradores, já é a maior base de dados abertos georreferenciado do mundo. O nível de detalhamento é surpreendente, podendo ser superior ao Google Maps em muitos casos, como neste exemplo do Centro Histórico de Porto Alegre, onde é possível visualizar, além das vias, edificações e pontos de interesse variados.

Além de visualizar estes dados na forma de mapas, qualquer pessoa pode contribuir para a construção desta base e utilizar estes dados de forma gratuita. A base do OSM também pode ser utilizada livremente para produzir novos serviços de mapas através dos mashups (aplicações Web que usam conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo).

Os mapas são criados voluntariamente a partir de dados coletados com GPS, imagens de satélite ou outras fontes de dados livres. Os países com maior número edições são Alemanha e Estados Unidos. A comunidade brasileira no OSM está crescendo. Algumas capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, já tem um mapeamento considerável, com nomes de ruas, pontos de interesse, desenho de edificações, uso da terra, etc. Mas ainda há muito trabalho a ser feito, como mostra o mapa abaixo, em que quanto mais clara a área, maior a intensidade do mapeamento.

É possível fazer o download dos dados do OSM em diversos formatos (p. ex.: .shp, .geojson, .kml) e de várias formas. No curso, Utilizando dados abertos do OpenStreetMap, além de criar dados na plataforma, veremos como utilizar estes dados no software livre QGIS, incluindo seleção, edição e classificação destes dados para preparação do layout de mapa.

 

Curso de SIG aplicado ao planejamento urbano (ArcGIS 10.2)

Cartaz Cursos Feevale

Os Sistemas de Informação Geográfica (SIG) são ambientes computacionais voltados à visualização e interpretação de dados espaciais. De caráter transdisciplinar, esse poderoso conjunto de ferramentas se aplica a diversos campos profissionais, tornando-se imprescindível para projetos que lidam com questões voltadas à organização, planejamento e gestão do espaço ou que envolvam qualquer tipo de análise espacial em seus estudos. Os SIG consistem, hoje, em instrumentos básicos para o planejamento e a gestão das cidades.

Objetivos:
• Introduzir noções de SIG e cartografia digital.
• Manipular o software ArcGIS para a aquisição, armazenamento, tratamento, e análise de dados geográficos.
• Explorar as capacidades dos SIG para aplicações e análises de planejamento urbano.

Mais informações e inscrição >>

Curso de SIG aplicado ao planejamento urbano

“Se onde é importante para seu negócio, então Geoprocessamento é sua ferramenta de trabalho” – Gilberto Câmara, INPE

Em outras palavras, sempre que o onde aparece, dentre as questões e problemas que precisam ser resolvidos por um sistema informatizado, haverá uma oportunidade para considerar a adoção de Sistemas de Informação Geográfica (SIG). Por ser considerada a melhor ferramenta para se lidar com qualquer tipo de problema que esteja relacionado ao espaço, é a plataforma essencial mínima para um processo de planejamento efetivo.

SIG podem ser definidos como ambientes computacionais que integram numa única base de dados informações espaciais provenientes de dados cartográficos, dados de censo, de cadastro, imagens de satélite, etc. É usado para coletar, armazenar, manipular, analisar, produzir e disseminar informações geográficas. As principais funções de um SIG são: banco de dados geográfico para  armazenamento e recuperação de informação espacial;  para análise espacial de fenômenos; e  para produção de mapas.

Curso de SIG aplicado ao planejamento urbano – Treinamento com o software gvSIG (software livre)

Ementa: Manipulação de SIG para permitir e facilitar a análise, gestão e representação do espaço urbano e dos fenômenos que nele ocorrem, utilizando procedimentos computacionais. 24 horas/aula, de 26 a 29 de Setembro e 03 e 04 de Outubro de 2011, na Uniritter, Porto Alegre.

Ministrante: Geisa Bugs, Arquiteta, Mestre  em Tecnologias Geoespaciais pela Universidad Jaume I – UJI. A UJI é uma das Instituições da Comunidade Valenciana que desenvolvem o gvSIG.

por geisabugs